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Instrumentos de Cura, Libertação e Restauração

A Comunidade Católica de Vida e Aliança Novo Ardor é chamada, e mais do que isso, é impulsionada a lutar pela restauração da face de Deus em cada ser humano. O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura[1] para manifestar a força da graça do ressuscitado. Isso não é condição imperativa para se ter o carisma Novo Ardor. Os membros da Comunidade têm a força de seu ministério na oração, porém, mesmo as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças. E, assim como São Paulo, a Comunidade teve de aprender do Senhor que lhe bastava a Sua graça, pois é na fraqueza que a força d’Ele manifesta todo o Seu poder[2], e que os sofrimentos que temos de suportar podem ter como sentido completar na própria carne o que falta às tribulações de Cristo por seu corpo, que é a Igreja[3]. Por ser o Espírito Santo a unção de Cristo, é Cristo, a Cabeça do Corpo, que o difunde em seus membros, para alimentá-los, curá-los, organizá-los em suas funções mútuas, vivificá-los, enviá-los a testemunhar, associá-los, à sua oferta ao Pai e à sua intercessão pelo mundo inteiro. É pelos sacramentos da Igreja que Cristo comunica aos membros de seu Corpo o seu Espírito Santo e Santificador[4]. “É por Ele (Cristo) que todo o corpo - coordenado e unido por conexões que estão ao seu dispor, trabalhando cada um conforme a atividade que lhe é própria - efetua esse crescimento, visando a sua plena edificação na caridade”[5].

É característica intrínseca daquele que possui o Carisma Novo Ardor ter uma abertura e atenção especial aos sofrimentos do outro, colocando-se como instrumento do Senhor para que Ele possa operar a cura e a libertação segundo Sua Santa Vontade e, assim, operar a restauração da imagem de Deus no homem, deformada pelo pecado. O Carisma atualiza a vida de Cristo na vida daqueles que com ele foram marcados, fazendo-os ter em si aquele maior amor que é capaz de dar a vida por seus amados[6], amor que em tudo supera suas capacidades e merecimentos particulares. Assim, a cura e a libertação daqueles que são alcançados pela ação do Carisma Novo Ardor acontecem mediante o sacrifício dos servos, que se oferecem voluntariamente como sacrifícios vivos, pela misericórdia do Senhor[7], que de todos sempre se compadece.

Até os Confins da Terra

As últimas palavras de Jesus no Evangelho de São marcos conferem à evangelização, de que o Senhor incumbe os apóstolos, uma universalidade sem fronteiras: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”[8]. Alcançar todos os homens da terra não é uma missão trivial, superficial, que compreende apenas o anúncio da Palavra, mas esse empenho traz em si uma responsabilidade que coloca o consagrado numa íntima dependência da Santíssima Trindade, cujo poder os torna aptos a agir segundo sua vocação. Por suas palavras e ações são incapazes de levar a salvação àqueles a quem servem, na pessoa de Cristo, mas pelo poder da Trindade suas orações alcançam todos os povos, e suas ações tocam todas as gentes, direta ou indiretamente, pelo contato com os filhos de Deus e pelo testemunho que suas ações, em si mesmas, dão do próprio Cristo.

Integralmente

Temos de ter sempre presente que pessoa é uma unidade, uma totalidade. É verdade que ela é constituída de algumas dimensões, mas essas dimensões são interdependentes e estão em permanente comunicação, de modo que não é possível delimitar espaços para dizer onde termina um aspecto e começa outro. Por causa dessa unidade e por causa da interdependência entre as diversas dimensões, há uma constante interferência de um elemento no outro, de modo que uma coisa pode ajudar ou atrapalhar as outras. Olhando para a realidade das pessoas que vivem nessa época pós-moderna, chegamos à conclusão de que é preciso dar mais atenção a essa questão. Para assumir a castidade hoje, a pessoa tem de estar constituída, tem de ser um eu, capaz de se realizar com um Tu[9].

Nesse sentido, não se pode descuidar de alguma dimensão do homem e pretender que alcance a salvação assim, incompleto. O carisma Novo Ardor se desenvolve sempre nessa direção, desenvolvendo-se a partir da capacitação pessoal de cada portador desse carisma, de modo que as ações humanas deles alcancem na totalidade os destinatários da mensagem evangélica. Assim nos orienta o apóstolo Tiago no segundo capítulo de sua carta: “Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará?”[10]. Essa realidade não fica restrita às necessidades materiais do homem, mas se refere também às dimensões mental, emocional, psicológica, interpessoal, afetiva e religiosa. De que serviria, então, educar alguém na sã doutrina sem dar-lhe a oportunidade de experimentar o Amor daquele que é a fonte de onde brota essa mesma doutrina, em quem ela encontra seu sentido e significado? De que serviria ensinar a alguém os valores cristãos e deixá-lo viver no isolamento, afastado da comunidade dos fiéis?

É evidente que não é possível realizar uma ação com tal abrangência em todas as situações, atividades e missões, mas cumpre preparar o terreno, fazer convergirem todos os esforços da Igreja como um todo nesse mesmo único objetivo, o de levar o homem à própria integração pessoal e a identificar-se como pessoa individual, segundo o exemplo deixado por Seu divino fundador.

[1] Cf. I Cor 12,9.28.30.

[2] Cf. II Cor 12,9.

[3] Cf. Cl 1,24.

[4] Cf. CIC 1508.739.

[5] Ef 4,16.

[6] Cf. Jo 15,14.

[7] Cf. Rm 12,1.

[8] Mc 16, 15.

[9] OLIVEIRA, p. 77

[10] Tg 2,15s.

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