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O adeus a Bento XVI: Exéquias e últimas homenagens

Nesta quinta-feira o Papa Francisco celebrou as exéquias do Papa Emérito Bento XVI. Assim nos despedimos oficialmente deste grande homem que gastou sua vida no serviço a Deus. Que ele obtenha de Deus o perdão de suas faltas e a alegria do gozo eterno!


  • De 1981 a 2005 o então Cardeal Joseph Ratzinger esteve como prefeito da Congregação para Doutrina e Fé, sendo o responsável por presidir o Conselho de nos deixou como tesouro teológico o Catecismo da Igreja Católica.

  • Em uma época conturbada, de muitos questionamentos e embates pós-sinodais, ele abraçou o apelo de João Paulo II e junto ao seu Conselho e grupo de teólogos e peritos em catequese cuidou de responder as principais questões dos padres sinodais.


O trecho abaixo foi publicado no site do Vatican News:


O funeral seguiu o protocolo de um Papa reinante, com algumas modificações. Na homilia, o Papa comentou a leitura extraída de Lucas 23, 46, de modo especial a seguinte frase: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito».

Francisco nomeou Bento uma única vez, no final, mas as referências são extraídas de textos do Papa emérito: a Encíclica “Deus caritas est”, a homilia na Missa Crismal de 2006 e a missa do início do seu pontificado.

Citações que traçam o perfil do seu pastoreio, que se deixou cinzelar pela vontade do Pai, carregando aos ombros todas as consequências e dificuldades do Evangelho até ao ponto de ver as suas mãos chagadas por amor. Até ao ponto de fazer palpitar no próprio coração os mesmos sentimentos de Cristo Jesus de dedicação agradecida, orante e sustentada pela consolação do Espírito.


Foram essas três “dedicações” explanadas por Francisco.

Dedicação agradecida feita de serviço ao Senhor e ao seu Povo que nasce da certeza de se ter recebido um dom totalmente gratuito. Dedicação orante, que se plasma e aperfeiçoa silenciosamente por entre as encruzilhadas e contradições que o pastor deve enfrentar e o esperançado convite a apascentar o rebanho. Como o Mestre, carrega sobre os ombros a canseira da intercessão e o desgaste da unção pelo seu povo, especialmente onde a bondade é contrastada e os irmãos veem ameaçada a sua dignidade. Dedicação sustentada pela consolação do Espírito, que sempre o precede na missão e transparece na paixão de comunicar a beleza e a alegria do Evangelho.

“Também nós, firmemente unidos às últimas palavras do Senhor e ao testemunho que marcou a sua vida, queremos, como comunidade eclesial, seguir as suas pegadas e confiar o nosso irmão às mãos do Pai: que estas mãos misericordiosas encontrem a sua lâmpada acesa com o azeite do Evangelho, que ele difundiu e testemunhou durante a sua vida.”


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